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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Madalena Moog - Stronic Up! (2006)


Stronic Up! foi gravado no sistema ao vivo (instrumentos antes e voz depois), mixado e masterizado entre janeiro e fevereiro de 2006, no Estúdio Peixe-Boi, em João Pessoa – PB. Todas as letras e música são de Patativa. “A rua da vida feliz” contém o trecho de um poema, homônimo, de Adélia Prado; “As casas” contém uma citação de Cecília Meireles, do livro “Romanceiro da inconfidência”.


"Stronic up!" (do EP de 2006, homônimo) está no americano Pete Cogle's Podcast Factory: http://petecogle.com/blog/tag/madalena-moog/


Ficha técnica:

Patativa: voz, guitarra, teclados, samplers e efeitos

Silmara Ferreira: voz e efeitos

Edu Paz: guitarra

Edy Gonzaga: baixo

Emerson Pimenta: bateria

Download


Informações adicionais e contatos:

www.myspace.com/madalenamoog8

Telefone: (83) 8860 4063 (Patativa)


Madalena Moog – Stereo EP (2003)


Houve uma época em que Patativa acreditava que a música, mais que ela mesma, poderia ser “mensagem”, e suas letras poderiam ser instrumentos revolucionários – herança tardia do que se fazia nos anos 80 (Plebe Rude, Legião Urbana, etc). Não é o que ele faz ao musicar o papelete de um menino que, num ônibus, às “14:40” (e daí o nome da música), distribuía-o entre os passageiros, pedindo ajuda? “Senhores passageiros, colaborem comigo comprando esta pastilha por apenas R$ 0,50...”; não é o que ocorre quando ele faz a música de “First fruits”, um abecedário acróstico que ensina as primeiras letras às crianças da Inglaterra protestante do século XVI? Houve uma época que Patativa acreditava no poder da poesia, e acreditava que também ele, como todo mundo, poderia ser poeta. Não é por isso que ele faz a letra de “Música de inverno”, seguindo as pegadas da mineira Adélia Prado, que é citada? “Quando chega o inverno, aproveito os dias de chuva / Não espero que o sol se ponha / Deixo a noite ser como o dia / E se esbarro numa saudade, aproveito isso também: / Leio tudo o que posso, sem pressa / Comendo verso por verso / Ouvindo os pingos de chuva caírem no teto / Ah, Adélia! Velha amiga, você me inventa outra estação?...” Não é por isso que ele escreve “A tempestade”? “Haverá uma noite fria / Você perdido por aí, buscando horizontes, encontrando abismos / Porque todo mundo é uma ilha...” É, houve um tempo em que Patativa acreditava que as amizades poderiam ser quase transcendentes, transcendentais, e que o utilitarismo não era assim tão medonho. Houve um tempo encantado, e isso não faz tanto tempo assim. Era final de 2002 e início de 2003. Foi nesse ano que o álbum “As flores mortas e outros prenúncios” foi lançado. Mas aí, e já pelo tema, vê-se o desencanto aparecendo, como arco-íris que vai se desmanchando no céu. Não é por isso que existem as canções: “As flores mortas”, “Talvez” e “27 de agosto”? Era gótico? Influências estrangeiras (The Cure, The Jesus and Mary Chain, etc), ou desencantamento mesmo? O presente EP – da banda que, na época, se chamava apenas Madalena – é uma seleção pessoal do Patativa, que não pensou em dar explicações do porque da “seleção”. Das quatorze faixas do álbum original, ele recolheu as sete que aqui apresentamos (uma leitura psicológica do autor?). Excluindo tantas outras, ele parece nos recomendar, como “27 de agosto”: “Não espere muito de mim, eu não tenho tanto...” O EP, homônimo, é o registro de um tempo esquecido da banda, que tomou outras direções, que apostou noutro seguimento; mas sem ignorar suas raízes de encantamentos. É, outrossim, um presente aos amigos e fãs que procuram pelo primeiro álbum da banda, físico ou na grande rede, e nada encontram – porque seu proprietário intelectual, isso ele mesmo disse, teve o cuidado de remover quaisquer rastros do mesmo. É, por fim, e com o consentimento do mesmo, uma forma de dizer: “A gente era assim, aí a gente cresceu... olhe pra gente hoje! mas foi daqui que viemos”. Enfim, houve uma época que Patativa acreditava que as músicas eram feitas para serem ouvidas, como se fossem pequenos sermões. Se hoje ele acredita que as músicas são feitas, como diz, “para serem sentidas”, música pela música, arte pela arte. Mas isso não foi sempre assim. Boa audição!

Release e ficha-técnica escritos por: Susan Handfield

Ficha técnica de “Madalena Moog” (EP de 2003)
:
Gravado e mixado no final de 2002 e início de 2003, em casa (João Pessoa). Masterizado em março de 2003, no Estúdio Peixe-Boi (João Pessoa). Todas as letras, músicas, arranjos e arte das capas originais são de Patativa Moog. Músicos adicionais: Rodrigo Rocha (baixo); Mirna Hipólito (flauta transversal), Jailson Mello, Ratto (baixo e programações); Evágoras (teclado); Fernanda (violino); Tribo Éthnos, backing-vocal em “27 de agosto”.

Em 2003, Madalena Moog era:

Patativa Moog: Voz, violão, guitarras, teclados, programações e efeitos
Silmara Ferreira: Voz
Edu Paz: Guitarras


Madalena Moog - Release

Shows e outros | Show na UFPB | Madalena Moog


Madalena Moog surgiu no início de 2001 e, desde então, vem construindo uma identidade que pretende-se própria, dançando entre o experimental europeu e a música brasileira, que é privilegiada. Guitarras, metais e sintetizadores, principalmente, marcam os sambas, as bossas e as marchinhas que, temperados pelo rock and roll, se fundem numa musicalidade que procura por novidades, sempre. Madalena Moog é: Patativa (voz, guitarra e sintetizadores), Edy Gonzaga (guitarras, baixos), Rieg Wasa (guitarras e sintetizadores), João Henrique (trompete) e Emerson Pimenta (Bateria).



Madalena Moog was formed in early 2001 and, since then, has built their own identity that is based on a certain chemistry between a European experimental style and, dominantly, Brazilian music. Guitars, horns and synthesizers are mostly used to mark the sambas, the bossas and the marches with a dash of rock and roll, thus merging into a musicality that demands for constant transformation. Madalena Moog is consisted of Patativa (voice, guitar and synthesizers), Edy Gonzaga (guitars, bass), Rieg Wasa (guitars and synthesizers), João Henrique (trumpet) and Emerson Pimenta (drums).

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Sem Horas - O primeiro passo para a conquista do Mundo



O propósito da banda é fazer o bom e velho Rock N’ Roll pra senhora sua mãe, pra você e pra tia. Pra afastar o sofá da sala e perder a vergonha de dançar com aquela garota bonita. Trilha sonora de um filme na Sessão da Tarde. Para os canalhas com carinho. Rock N’ Roll pra quem descobriu o valor da saudade. Pra quem nunca esqueceu como é se sentir jovem.

O primeiro registro do Sem Horas se trata de um EP lançado em 2008, composto de cinco músicas, chamado "O primeiro passo para a conquista do Mundo".

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Sem Horas - Lado A: 'Para Quem Descobriu o Valor da Saudade' e Lado B: 'Para Quem Nunca Esqueceu Como é Se Sentir Jovem'

http://img80.imageshack.us/img80/184/semhorasladoa.jpg http://img210.imageshack.us/img210/3686/semhorasladob.jpg


"Para compensar o ano passado no qual não tivemos nenhum novo registro, gravamos em dobro e, agora, vamos lançar um material composto por 10 novas canções.

São dois EP’s, cada um com 5 músicas, que juntos formam um disco full. O Lado A se chama 'Para Quem Descobriu o Valor da Saudade', e sua contraparte, 'Para Quem Nunca Esqueceu Como é Se Sentir Jovem'.

Pelos títulos já dá pra ter uma idéia do que esperar: Rock ‘n’ roll feito pra dançar, nostalgia sem se prender ao passado e versos cantados pros jovens de coração.

Então fica assim: quem quiser, adquire o Lado A, e volta mais tarde pra buscar o seu Lado B, ou não perde tempo e já leva os dois juntos. O projeto gráfico estimula essa união, na qual uma capa continua na outra.

Dito isso, contamos com a orelha de todos. É um disco do qual já somos fãs e que agora dividimos com vocês."

por Guilherme

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Coletânea PBRock vol. 1




O disco intitulado "PB Rock - Volume 1" é um trabalho inédito no estado nesse formato, apresentando um cenário vibrante, diversificado e promissor. Embora predominantemente rock, há espaço para manifestações musicais diferentes e modernas, além das abordagens tradicionais.Seu conteúdo segue uma linha espontânea, verifica-se uma variação nas produções das musicas, indo de gravações sofisticadas até as mais caseiras, tudo sem perder a qualidade artística. Agrega naturalmente uma miscelânea saudável de estilos e gêneros, que testifica o poder de criação dos jovens artistas paraibanos.É um trabalho simples, mas feito essencialmente com prazer. Disponível para download gratuito, todas as faixas em mp3 e a capa do álbum, além das informações e imagens das bandas. Divirta-se!

01.Musa Junkie "Una Salsa"
02.Chico Correa & Eletronic Band "Lelê"
03.Dalila No Caos "Coleção de Vidro""
04.Mobiê "Pra não dizer que não falei pra Mãe"
05.Star 61 "Onde Estou""
06.ConceitoBásico "Artigo 7º"
07.MotherHell "I walk for Award"
08.Comedores de Lixo "Mães de Infância"
09.Cordel Blue "All my Life"
10.Enquanto Isso... "O Amor é caro"
11.Gauche "Teatro de Serafins"
12.Guerrilha "Quanto Tempo"
13.Dead Nomads "Dinheiro"
14.Rotten Flies "Gerrilha Urbana"
15.PsicoCedim "Neurose"
16.The Silvias "O Vacuo"
17.Molestrike "Não dara para todos"
18.Aerotrio "Diaz"
19.Madalena Moog "Stronic Up"
Obs: Clique nas bandas para saber mais. Clique nas músicas para baixar.

Para Baixar a coletânea: Download

Ficha Técnica:
Produção
Disco promocional para download gratuito.
Todas as faixas tem produção particular de cada grupo/artista, sem alterações de mixagens ou masterização final.
Produção Executiva: Jesuino Oliveira e Mariana Carneiro.
Capa: Delosmar
Patrocinio: PBPoint.
Agradecimentos: as bandas, aos empresários Thiago de Jesus e Eugênio, e a todos que acreditaram e incentivaram esse projeto.
E-mail: contato_pbrock@yahoo.com.br
PB Rock blog: paraibarock
Lista: pbrock
Orkut: Comunidade
Twitter: @paraibarock


Fonte: http://www.pbpoint.com.br/pbrock/cole.php