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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Lucas Dourado - Motor Misterioso (2013)


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Com influências da música mineira e do swing da música baiana, o cantor e compositorLucas Dourado chega à cena musical com seu registro de estreia. Disponível para download gratuito em www.olucasdourado.com.br, Motor Misterioso traz nove faixas autorais. Foram quase dois anos em estúdio em um processo de gravação que começou de forma independente por meio de recursos próprios.

O apoio do Fundo Municipal de Cultura, por meio da Prefeitura de João Pessoa, em 2012, possibilitou a finalização e prensagem de mil cópias do CD, que serão brevemente comercializados pelo preço de R$ 10. Informações serão divulgados em breve.
Foto: Rafael Passos.

O seu show autoral já foi realizado três vezes em João Pessoa, porém sem a sonoridade apresentada no disco, que contou com a produção musical de Haley Guimarães, integrante da banda Burro Morto e um dos responsáveis pelo Estúdio Mutuca, onde as composições foram gravadas. Para Lucas, a participação de Haley Guimarães foi fundamental para a sonoridade que o álbum adquiriu, desde os arranjos e timbres até a indicação da masterização, feita no Estúdio El Rocha em São Paulo. Além do próprio compositor, na voz, guitarra e violão; e do produtor musical, no teclado, sintetizador e guitarra; Motor Misterioso conta com Ruy José, na bateria; Chico Limeira, no contrabaixo, guitarra e cavaquinho; Helinho Medeiros, no teclado, sintetizador e acordeon; Uirá Garcia, na guitarra; Macaxeira Acioli e Pablo Ramires, na percussão; e Polly Barros, Érica Maria e Gabriel Pereira, nos vocais.

Baiano, da cidade de Irecê, é em João Pessoa que Lucas Dourado trilha sua trajetória artística há sete anos. Residente na capital paraibana desde 2000, o projeto inicial da mudança de Estado era a graduação em Engenharia Mecânica, o que acabou se configurando em um diploma em Psicologia. Influenciado pela coleção de discos da sua casa e pelo violão do seu pai, aos treze anos de idade, Lucas descobriu o ritmo batucando com as mãos. Três anos depois, integrava uma banda de axé music, seu grupo de estreia na musica. Os primeiros acordes dissonantes surgiram e, com isso, a aproximação com a MPB. Até os 24 anos, o músico achou que não iria compor, porém, a partir do encontro com o improviso, Lucas percebeu que podia fazer música e, entre 2006 e 2007, compôs quinze canções, dentre as quais, seis delas estão em Motor Misterioso.

A Saga abre o álbum e foi a primeira canção do músico, que começou a compor por volta dos 25 anos. Lucas comenta que a letra saiu com naturalidade enquanto fazia a harmonia e a melodia, e que a canção já veio carregada do imaginário sertanejo da sua infância. Ainda de acordo com o compositor, quando estava escolhendo o nome do álbum, Motor Misterioso foi a música que o representou naquele momento. A música título do álbum aponta para o que ele chama de aprisionamento simbólico que a maioria das pessoas vem sofrendo no mundo contemporâneo. “Estamos em um período histórico em que tudo está sendo revisto, porém a estrutura maior, a máquina, esse motor misterioso está a pleno vapor e, quem move suas engrenagens, somos nós, o povo”, explicou o músico.

            Outras canções de destaque no CD são Barbante PrateadoTemparada, e Saravá e Quengo já conhecidas do público nas versões d’ A Troça Harmônica, grupo pessoense do qual Lucas Dourado é integrante. Mesmo tendo diversas influências musicais para a composição do álbum, o musico aponta que muito da inspiração veio das leituras realizadas sobre misticismo. Motor Misterioso reflete a visão de mundo de Lucas Dourado, o seu pensamento não localizado, o seu questionamento sobre os contornos que as relações sociais adquirem, o seu olhar de ser humano sem fronteiras. 





terça-feira, 24 de setembro de 2013

Livardo Alves - Malandro do Morro (2002)



Livardo Alves da Costa nasceu no dia 21 de setembro de 1935, em João Pessoa, no bairro de Jaguaribe. Em 1967 mudou-se para o bairro da Torre, para a rua José Severino Massa Espinelli, antiga rua Padre Pinto. Filho de Antônio Alves Cassiano e Júlia Alves da Costa teve quatro irmãos: Luzardo Alves, Leonardo Alves, Maria da Penha e Luis Carlos. Casado com Maria Nita Vieira Alves teve quatro filhos.
Nos anos 50 entrou para o Jornal "A União", no governo de José Américo de Almeida, começando pela oficina até chegar a revisão e à redação. Em 1959, no dia 1º de julho, foi contratado pela Rádio Tabajara para participar do 'cast' de cantores daquela emissora, onde chegou a ser também locutor e repórter, trabalhando no departamento de rádio- jornalismo.
Destaque no cenário da música e conhecido nacional e internacionalmente pela "Marcha da Cueca", Livardo Alves compôs forrós, sambas, baiões, maracatus, cocos, repentes e xaxados. Vencedor de dezenas de festivais na Paraíba e em outros Estados, considerava como mais significativo o 'Composição de Ouro ABC', primeiro realizado em nível nacional na Paraíba, onde foi vencedor com o samba bossanovista "Pela Primeira Vez". Primeira de muitas.
Estátua de Livardo Alves na praça Vidal de Negreiros.
Preocupado com os problemas do Brasil, lapidou com o poeta pernambucano Orlando Tejo a música "Meu País", gravada por Zé Ramalho e Flávio José. Também compôs o Hino do Botafogo da Paraíba, da AABE e de outros clubes da cidade. Em parceria com Parrá, gravou "O Sol", seu primeiro CD, em 1999. Em 2002 lançou o disco duplo "Malandro do Morro", o último trabalho reunindo as principais canções de um vasto repertório: "Brasil Moleque", "Eu Dou Mil", "Merda Pra Vocês", "Boca do Mundo", "Xote Elétrico", "O Canto de Tambiá", "Faroeste em Jaguaribe", "Doido da Paraíba", "Nêga da Paraíba", "Forró Funfá", "Doces Ervas", entre outras, em rebuscados arranjos do maestro Chiquito e Joca do Acordeon, atraindo músicos locais, em parcerias com compositores como Vital Farias, Junior Targino, C. Mendes, Orlando Tejo, Walter Santos, Sardinha, Carlos Mago da Viola e Rubinho da Paraíba.
Livardo Alves ainda musicou peças teatrais para grupos profissionais do Rio de Janeiro, entre elas: "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna; "Acima de Bem Querer", de Luiz Marinho; "Viva Cordão Encarnado/ A chegada de Lampião no Inferno", ambas formando um só espetáculo, com direção de Luiz Mendonça; e "A Cara do Povo do Jeito Que Ela É", de Paulo Pontes. Falecido em 14 de fevereiro de 2002, Livardo Alves deixou a mulher, filhos, dúzias de canções, centenas de amigos e milhares de fãs.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Seu Pereira e Coletivo 401 (2012)



A primeira aparição de Seu Pereira e Coletivo 401 se deu em 11 de Abril de 2009 na cidade de Campina Grande, no extinto Bar & Arte. No entanto os quatro amigos já tocavam e trocavam ideias há mais de 8 anos, compartilhando outros projetos.

A banda Seu Pereira e Coletivo 401 já se apresentou nos principais festivais da Cidade de João Pessoa, a exemplo do Festival Mundo, Grito Rock e Estação Nordeste. A banda também fez o show de encerramento do Festival MPBeco 2010 em Natal. Nos últimos anos a banda circulou, fazendo shows em São Paulo, Goiania, Brasília, Paris e Senegal.


Para ouvir:
https://soundcloud.com/seupereiraecoletivo401/sets/seu-pereira-e-coletivo-401

Facebook:
https://www.facebook.com/seupereiraecoletivo401

sábado, 21 de setembro de 2013

Jackson Envenenado - Cultura de Levadas (2003)


01. Jackson Envenenado

02. Cultura de Levadas
03. Afrosamba
04. Enchente na Lagoa
05. Macumbalelê
06. Secas
07. Espírito da Floresta
08. AGPQP




Surgindo direto do interior da Paraíba, uma banda que tem como inspiração o imortal Jackson do Pandeiro.

Jackson Envenenado nasceu em 2001, na cidade de Alagoa Grande, terra natal do Rei do Ritmo. Nas canções do grupo, doses cavalares de poesias filosóficas e sociais, com temáticas nordestinas, apimentadas com o bom e velho rock and roll. É o pandeiro num diálogo frenético com a guitarra, baixo e bateria.

Em sua trajetória, a banda tocou em diversos festivais e projetos culturais em vários Estados do Nordeste, tendo como registro o primeiro disco "Cultura de Levadas", dois singles premiados no MPB SESC, e agora Lançando em 2012 o novo disco “Quanto?”.A banda comemora 11 anos de existência num evolutivo amadurecimento artístico.Com obras que navegam desde o rock and roll original do grupo a canções que migram entre o regionalismo paraibano e a temática ecológica, interagindo com o universo brejeiro, que é o grande pano de fundo que envolve o trabalho artístico da banda.



Componentes:

Robério Chaves - Voz, violão e percussão.
José Neto - Guitarras
Thiago Formiga - Baixo
Paulo Henrique - Bateria


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Jackson Envenenado - Quanto? (2012)






















01. Vagalumes de Olhar
02. Movimento em Ação
03. O Trem do Medo
04. Cogumelos do Trovão
05. Cantando e Dançando com Neuza
06. Quanto?
07. O Valor da minha Vida
08. 1.10.100.1000
09. Planta Vida
10. Secas
11. Imagens
12. Margarida Maria Alves

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Surgindo direto do interior da Paraíba, uma banda que tem como inspiração o imortal Jackson do Pandeiro.

Jackson Envenenado nasceu em 2001, na cidade de Alagoa Grande, terra natal do Rei do Ritmo. Nas canções do grupo, doses cavalares de poesias filosóficas e sociais, com temáticas nordestinas, apimentadas com o bom e velho rock and roll. É o pandeiro num diálogo frenético com a guitarra, baixo e bateria.

Em sua trajetória, a banda tocou em diversos festivais e projetos culturais em vários Estados do Nordeste, tendo como registro o primeiro disco "Cultura de Levadas", dois singles premiados no MPB SESC, e agora Lançando em 2012 o novo disco “Quanto?”.A banda comemora 11 anos de existência num evolutivo amadurecimento artístico.Com obras que navegam desde o rock and roll original do grupo a canções que migram entre o regionalismo paraibano e a temática ecológica, interagindo com o universo brejeiro, que é o grande pano de fundo que envolve o trabalho artístico da banda.

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Sanda Belê - Prisma EP (2013)


01. Manacá
02. Cocos com Penha
03. Lelê
04. Remanso


A voz firme e rascante de Sandra Belê ganha a companhia de samplers, bits e efeitos no EP “Prima”, título do novo show da cantora também. Após três discos lançados e o sucesso do Show “Eternamente Luiz” em 2012, Sandra Belê propõe em “Prisma” um diálogo musical entre compositores contemporâneos da música paraibana com nomes consagrados da música nordestina, por meio de uma musicalidade universal. O novo EP e Show, trazem além de uma artista performática, de voz e interpretação singulares, as sonoridades do abê, do pandeiro, violão, safona, escaleta, riq (pandeiro árabe), cavaquinho, bateria e da guitarra elétrica!

CONTATOS:

Anael Neves
(83) 9989-7025

E-mail:

anaelneves@gmail.com

Dílson Fox - Primeiros Passos (2012)



Dílson Fox por ele mesmo:

Comecei muito cedo no mundo da música. Vindo de uma familia de musicos por parte da minha mãe, mais partindo de mim mesmo a vontade de cantar e fazer os primeiros acordes com um violão que tinha em minha casa. Aos 13 anos comecei a cantar e compor algumas músicas, passando por várias bandas e cantando muitos estilos que não eram a minha praia. Após fazer um concurso para emprego publico em 2009 fiquei na geladeira por três anos aos meados de 2012 gravei o meu álbum com 13 faixas todas de minha autoria. 
Confira o videoclipe da música "Ela", gravado em Monteiro/PB.


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mob Ape - Terra do Medo (2003)


01. Intro (Terra do Medo)
02. Medo
03. Tribunais da Inquisição
04. Dia de Fúria
05. Banquete de Ratos
06. Corpos em Chamas
07. Burguesia Assassina
08. Extremo Terror
09. "Fé"dofilia
10. Penta que Pariu
11. Flagelo Aparente

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Banda formada em João Pessoa em 1997, após uma boa notoriedade no Nordeste e no Brasil pela qualidade de suas composições, dentro da sonoridade Metal e Hardcore, seus integrantes mudaram-se para Goiânia.

Arte da capa pelo artista plástico paraibano SHIKO.

Discografia:
“País rico, povo pobre” –Demo – 1997
“Vítimas” – Demo – 1998
“Chuva de lágrimas” –K7/album - 2000
“Terra do medo” – EP/CD - 2004

Participações em Coletâneas:
“HC Scene 03” (Lab. Rec./PR) – 1998
“Rock Soldiers 03” (UGK Rec./RS) – 1999
“O Progresso da regressão” (No Fashion HC Rec./SP) – 2000
“Noise for Deaf 03” (Rottheness Rec./SP) – 2001
“Unidos pela Causa Underground” (Cactus Rec./ PB – Independência Rec./DF – No Fashion HC Rec./SP) – 2002
“Expresso HC: O Estopim 02” (Inconformados Recs./RJ) – 2002


Matando a Pau - Terrorismo (2001)


























01. Patrão
02. Filhos do ódio
03. Terrorismo
04. Indignação salarial
05. Massacre no morro
06. Miséria humana
07. Cidade decadente
08. A morte tem preço
09. Kaos mundial
10. Prolificar favelas
11. Balada



Abaixo, o videoclipe da música "Filhos do Ódio":


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dissidium - Danse Macabre (2009)


01. Dr. Phibes
02. Buried Alive
03. Necronomicon
04. My Dear Norman
05. Michael Myers
06. Embodied Hell
07. Dawn of The Dead
08. Mortalha da Alma



Dissidium é uma banda brasileira de Metal, original de João Pessoa, Paraíba, formada em 2001. Suas principais características musicais têm como ponto de partida estético o gênero “Death Metal”. A banda apresenta uma sonoridade densa na qual a reflexão sobre a morte, em suas várias nuances, fornece o arcabouço ideal para a criação de um universo lírico rico e extremamente agressivo. Em sua obra, o fantástico e o grotesco manifestam-se como formas de expressão próprias que buscam evidenciar o aspecto trágico da condição humana.

Todos esses elementos estão presentes em seu primeiro trabalho de estúdio, intitulado “Danse Macabre” (setembro de 2009). As oito faixas deste EP abordam o fenômeno do horror e seu desdobramento na sétima arte. Personagens antológicos do cinema de horror, como Jason Voorhees (“Sexta-Feira 13”), Michael Myers (“Halloween”), Norman Bates (“Psicose”), entre outros, inspiram uma trilha sonora macabra, que ao mesmo tempo homenageia os grandes mestres do gênero e põe em questão a apreciação estética da morte presente na relação “medo-prazer”. Esta peculiar união entre música, cinema e horror tem proporcionado à banda uma excelente receptividade, tanto de público, quanto de crítica, chegando mesmo a figurar como destaque em algumas mídias especializadas.

O Dissidium é integrado por Alex “Souldealer” Abrantes (Guitarra/Vocal), Hálamo Reis (Guitarra/Vocal) e Eduardo Amorim (Bateria/Vocal). Esta formação se dedica no momento à pré-produção de um “full-length album”, concentrando-se no estudo da temática e composições que devem encabeçar o novo projeto, além de dar seguimento, sempre que possível, à série de concertos, festivais, entrevistas e “reviews” realizados nos últimos anos.

http://www.myspace.com/dissidium
http://www.facebook.com/dissidiumband
Twitter: @dissidium

E-MAIL: dissidium@gmail.com

ENDEREÇO FÍSICO:

Caixa Postal 3501
CEP: 58037-970
João Pessoa – Paraíba
Brasil.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Opium Colin - Incultos (2012)



01. Banquete para Vermes
02. Incultos
03. Evangelho da Podridão


Opium Colin começou suas atividades em meados de outubro de 2007, na cidade de João Pessoa, Paraíba. A proposta de inicio sempre foi faz metal pesado não se limitando a escutar bandas que assim produzem musica de qualidade para a banda poder inspirasse-se em vários estilos e faz um som autentico e original. No decorrer de uns meses, fizemos alguns shows, logo ao termino das apresentações fomos bem aceitos com aplausos e euforia pelo publico presente. Tivemos em seguida alguns contratempos em relação a integrantes que não permanecerem e por não se adaptarem as ideias da banda. 

No 2º semestre do ano de 2012, lançou o seu primeiro registro da banda que tem por titulo “Incultos”, carrega um critica a seres ignorantes e que são levados não pensar e não querem pensar talvez por um força maior qual não sei. O material abordar assuntos a qual ti faz pensar, será que o eu tenho como verdade absoluta não passa de uma fantasia ou uma ilusão!


Formação da Demo: 
F. Nosferatus (Vocal),
S.Besthial (Guitarra), 
Felipe Brenner (Guitarra)
Andre Vasconcelos (Baixo)

Contatos:
opiumcolin@hotmail.com

(83) 8870-4913 ou 9622-5591

Myspace:
http://www.myspace.com/opiumcolin

Facebook:
https://www.facebook.com/pages/Opium-Colin-Oficial/538019336216675

sábado, 31 de agosto de 2013

Darksiders - Câncer do Mundo (2013)


Banda de João Pessoa, que toca Death Metal influenciado pela escola sueca do estilo, misturando com punk rock e crust core, acaba de lançar o seu primeiro trabalho oficial de estúdio. 

Eveline - baixo
Thuany - vocal 
Roninho - guitarra 
Paolo - bateria 

Arte: Rafael Silveira 
Gravado no Mutuca estúdio| João Pessoa /PB | Brazil 
Mixado e masterizado por Zé Misanthrope | Lessthanzerostudio 

Para baixar gratuitamente o disco, acesse o bandcamp da banda:

Facebook oficial:


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Matéria sobre o Blog.

À Equipe do Música da Paraiba. 
Anselmo Oliveira e Raoni Pordeus.


domingo, 30 de junho de 2013

Grupo Etnia - Canto Cereal [1992]

* por  

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sonora Sambagroove - Amassar a Lataria (EP, 2013)




Perto do Rio Sanhauá, num recanto Parahyba de expressões, o quinteto Sonora Sambagroove vem catando música pra reciclar. A mais nova boa nova é “Amassar a Lataria”, segundo EP da banda, que vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa sobre canções feitas na Paraíba nessas, em outras e em indeterminadas épocas. Em maio do ano passado a banda lançou “Gentileza”, disco que trouxe as canções Fugirei e Gentileza, de Arthur Pessoa, Topada, de  Adeildo Vieira, além das groove-varadourorianas-experimentais Achamudega e Cigana, feitas pelo próprio grupo. Arte Culinária, de Pinto do Acordeon, foi lançada como bônus na rede, complementando esse primeiro trabalho.
            
Agora quem vem cantando pela boca dos bons sujeitos é Totonho, paraibano, monteirense, radicado no bairro da torre da capital. O cabra-man cedeu a música que intitula o disco e é ainda co-autor de Meninos, canção feita nos tempos do musiclube da Paraíba, pelos também inquietos rapazes provocadores Milton Dornellas, Pedro Osmar e  Adeildo Vieira. E agora reavivada pelo Sonora. Côco da Jumenta, de Erivan Araújo, cajazeirense maestro da lendária Tocaia da Paraíba, abre os trabalhos. O malandro Parrá, compositor do tempo que se dizia sem dizer, sabedor popular da melhor espécie, cedeu Fumo de Parrá, samba de latada com pitada ragga. Coisa de Sonora. A banda assina Casa da Pólvora, vinheta instrumental presente em todos os shows e agora firmada no segundo álbum.
            
E assim, sem muito limite rítmico ou qualquer bitola musical, a banda entrega com maior prazer ao público o resultado de mais essa empreitada, que tem por objetivo maior ressaltar cultura como identidade, cantando o lugar e suas curvas. Do jeito Sonora Sambagroove. Fastem as cadeiras mas, acima de tudo, abram os ouvidos. O disco tá disponível e imperdível.

domingo, 6 de janeiro de 2013

The Noyzy - Noyzy is Fun (2012)



01. Is this a Song?
02. Kill Yourself
03. Erotomania
04. The Fly

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Lançado no dia 12/12/12 virtualmente, o primeiro material oficial da banda The Noyzy, formada por Ikaro nas guitarras e vocais, Phelipe no baixo e Betto na bateria, fez uma bela "zuada" nos ouvidos dos apreciadores de rock and roll de João Pessoa. Muito bem gravado e produzido, mostra a proposta da banda em fazer um som simples e com conteúdo. O fato de colocar um poeta beatnik na capa do EP me agradou pra caramba por gerar aquele estranhamento que acontece geralmente nas mentes inquietas: "quem é essa figura no meio desse círculo colorido?", os que sempre querem ir além irão abrir uma aba e ler um resumo da vida dele na Wikipedia e quem sabe até ir mais a fundo e ler um livro dele ou um e-book. Nunca se sabe. O que sei no momento é que a audição dessas músicas me dá vontade de ouvir outra vez, aquela história da "frase que gruda", sabe? agrada ao ponto de você programar o seu dia pra ouvir determinado momento da música ou o EP inteiro, vareia de pessoa pra pessoa, penso eu.

Então, assim como Allen Ginsberg recomendou, eu recomendo esse disquinho pra vocês ouvirem no conforto de seus lares, ou você pode ser mais esperto e conferir o som da banda ao vivo na próxima terça-feira dia 8 de Janeiro de 2013, no Centro de Vivências da UFPB, aonde a banda tocará, junto com a banda The Nardonis, a partir das 20:30h e a entrada ainda é totalmente de grátis. Se tiver a oportunidade de ir, vá e confira o som da galera!

The Noyzy é:

Ikaro Max - Guitarra e Vocais
Phelipe - Baixo
Betto - Bateria

Links oficiais da banda:

Facebook (para curtir e compartilhar)

SoundCloud (para ouvir)