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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Malaquias em Perigo - EP (2010)


01. Descarregando
02. Um Corpo que Cai
03. Prolixo
04. Tanto Fez, Tanto Faz


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(hospedado no 4Shared)

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(hospedado no Mediafire)

Uma personagem, supostamente vindo de outro planeta, dá vida, visão e notas musicadas a essa banda. Estranho? Eu diria curioso! Com um rock duro, melodias assobiáveis e muita energia no palco, os caras do Malaquias em Perigo gostam mesmo é de tocar rock bem alto.

A banda já tocou no Festival Mundo 2007 e 2009, Festas da AMP (associação dos músicos paraibanos), “Rock de Casa vai à praça”, Grito Rock João Pessoa 2009 e 2010, Música Urbana, ganhou a seletiva para o Festival Aumenta que é Rock 2008, Nordeste Independente 2009 – RN e fez apresentações exclusivas no Galpão 14 e Espaço Mundo. Passou por cidades como: Recife - PE, Natal – RN, Campina Grande – PB e Guarabira - PB. Dividiu o palco com as bandas: Ecos Falsos (SP), Forgotten Boys (SP), Vênus Volts (SP), AMP (PE), Matiz (BA), The Playboys (PE), Vinil 69 (BA) e Black Drawing Chalks(GO), Mundo Livre S.A (PE).

Influências:

Queens of The Stone Age, Alice In Chains, Soundgarden, Mad Season, Stone Temple Pilots, Hermano, Nine Inch Nails, Them Crooked Vultures, Foo Fighters, Danko Jones, Black Sabbath, Titãs e Walverdes. Filmes antigos, livros velhos e Tv ligada.

Som:

O som é uma mistura da bandas de Seattle, pitadas do Stoner Rock e o sacarmos brasileiro. Cantando em português, com fatos cotidianos e com poucas notas. Uma característica bem firme na banda são os seus riffs de guitarra, que por sinal, são disparados sempre em altura máxima.

Sobre o disco:

O Malaquias em Perigo possui um EP homônimo que conta com quatro canções, em uma sonoridade garageira, pesada e reta. Você o encontra aqui:

http://www.myspace.com/bandamalaquiasemperigo

Musa Junkie - Melodias e Distorções (2011)


01. Bifurcação
02. Hope
03. My Folk
04. Pogo
05. Song from Nowhere
06. Whatever
07. Trip
08. Sober
09. Wings
10. Una Salsa

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Musa Junkie - Melodias e Distorções, por Jesuíno André:

Apurado como vinho. O passar do tempo deu margem para uma sonoridade madura, mas ainda com aquela mesma essência juvenil que é a sua marca d´água. Ao sabor das mudanças, “Melodias e Distorções” carimba a experiência com petardos barulhentos e canções melodiosas, como sugestivamente o título imprime. 

Apesar do longo hiato sem tocar e uma gravação em tempo recorde, o disco comprova que os musas Edliano, Edy e Nildo estão afiadíssimos! O punch, os riffs e o inusitado estão lá como no samba-noise “Bifurcação” até o indie-rock huskerduiano em “Hope”. Enfim, a banda tem como peculiaridade a urgência artística sem perder a garantia inteligente de sua musicalidade. É chegar, plugar nos amps e som no talo. Pode parecer fácil, mas só combos especiais como o Musa Junkie é capaz de fazer. Som na caixa!

Musa Junkie é:
Edliano Valeriano, Baixo e vocal;
Edy Gonzaga, Guitarra e voz;
Nildo Gonzalez, Bateria e vocal.


Myspace:  
http://www.myspace.com/musajunkie


Confira abaixo o videoclipe da música "Hope":


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Parahyba Art Ensemble - Ao Vivo - Festival MIMO 2011






Reunindo instrumentistas de diferentes bagagens e nacionalidades que se encontraram na Paraíba, vos apresento um concerto com influências do jazz, da música eletroacústica e, claro, da música nordestina. Surpresas visuais vão criar o ambiente que alimenta os rumos sonoros do coletivo. 

O ensemble é formado pelo baterista americano Gregg Mervine, o multi-instrumentista belga Henry Krutzen, o francês Didier Guigue nos sintetizadores e flauta baixo, o DJ Guirraiz, o trompetista alemão Burgo, o baixista Mateus Alves e o VJ Spencer. Solicitamos que sejam desligados os aparelhos celulares e desejamos a todos um ótimo concerto. E agora, com vocês, Parahyba Art Ensemble!

(Apresentação da banda no início do CD)

Vídeo da apresentação no MIMO 2011:


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Zé Ramalho - Antologia Acústica (1997)

disco 1:
01 Avôhai
02 Chão de Giz
03 Beira-mar
04 Vila do Sossego
05 Canção Agalopada
06 A Terceira Lâmina
07 Eternas Ondas
08 Garoto de Aluguel
09 Táxi Lunar
10 Kryptônia

disco 2:
01 Frevo Mulher
02 Banquete dos Signos
03 Força Verde
04 Admirável Gado Novo
05 Galope Rasante
06 Bicho de 7 Cabeças
07 Mulher nova, bonita e carinhosa, faz o homem gemer sem sentir dor
08 Pepitas de Fogo
09 Jardim das Acácias
10 Batendo na Porta do Céu

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Ubella Preta - Evento Horizonte (2012)



01 Supermoon
02 Aldebaran
03 Fuga de Ideias
04 Sincinaty
05 Gliese 581g
06 Futuro do Silício
07 Beatless
08 Marte


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Flávio José – Dom Cristalino (2008)


01. Pra Quê Dividir? (Marquinhos Maraial – Edu Lupa)
02. Minha Mãe (Flávio Leandro)
03. Fuxico (Flávio Leandro)
04. Dom Cristalino (Pinto do Acordeon)
05. Dança da Vida (Anchieta Dali – Carlos Vilela)
06. Vá Embora (Dorgival Dantas)
07. A Ponteira e o Pião (Maciel Melo – Gennaro)
08. Linha Cigana (Miguel Marcondes)
09. O Meu Direito (Dom Fontinelli)
10. O Rei da Garapa (Flávio Leandro)
11. A Força da Paixão (Pinto do Acordeon)
12. Juntando os Troços (Dorgival Dantas)


“DOM CRISTALINO remete à linguagem e sonoridade dos discos mais significativos de sua carreira. Neste 17° CD, o ouvinte irá encontrar os mesmos traços das obras anteriores. É uma produção coerente que dá continuidade ao estilo que o artista sempre abraçou.

DOM CRISTALINO traz um Flávio José experiente, esbanjando pleno domínio da arte, seja através da técnica vocal esmerada, seja na harmonia simétrica dos seus xotes marcados pelo zabumba sempre altivo, pulsando feito batidas de um coração apaixonado ou seja pela poética seleção do repertório escolhido.

DOM CRISTALINO traz músicas que denotam a sua identidade. É um trabalho maduro, de personalidade, exibindo um Flávio José com o seu estilo inconfundível de tocar e interpretar, fruto da sua busca pelo aprimoramento das sonoridades orgânicas.

É uma obra marcante, apaixonante. Entre os inúmeros versos, espalhados pelas doze faixas, o artista vai revelando-se através das letras quase autobiográficas: “Eu tenho o sangue latino e canto desde menino, isso é coisa do destino que a natureza doou (…) eu tenho o dom cristalino, sou modesto tocador.”

Ele segue brindando os fãs com pérolas dos grandes compositores nordestinos. São doze faixas entre xotes, baiões e arrasta-pés, fruto de sua parceria vitoriosa com autores reconhecidamente criativos.

Flávio Leandro volta assinando três faixas: “Minha Mãe”, “Fuxico” e “O Rei da Garapa”, um avivamento ao posicionamento cívico com seu xote politicamente correto: “Se o brasileiro não fosse tão estrangeiro com certeza o mundo inteiro vinha lhe admirar”.

Do auxílio luxuoso de Dorgival Dantas, Flávio interpreta o arrasta-pé festivo “Juntando os Troços”e o megahit “Vá Embora!” sucesso virtual, lançado exclusivamente pelo site do artista e só agora devidamente registrado em CD.

A dupla Marquinhos Maraial e Edu Lupa assinam “Pra Quê Dividir?” que já chega com jeitão de hit maker, caindo em cheio no gosto popular.

Flávio José ainda privilegia os seus antigos parceiros com gravações de Miguel Marcondes “Linha Cigana”, Anchieta Dali e Carlos Vilela “Dança da Vida” e Maciel Melo e Maestro Genaro “A Ponteira e o Pião”.

Dom Fontinelli, brinda o artista com os versos de “O Meu Direito”, fazendo, pelas entrelinhas, uma ilação sobre Flávio José e sua obra, com narrativa na primeira pessoa: “eu só quero uma chance, produzir, não perder a dignidade, não comungo com tanta hipocrisia, o que faço, enfim, me dá orgulho, minha luta não pode ser em vão, vou trilhar como quer o meu destino, escrever minha história nesse chão.”

E novamente Pinto do Acordeom marca presença com mais um xote carregado de amor “A Força de uma Paixão”e com “Dom Cristalino”cançãoque empresta o seu título ao CD.

DOM CRISTALINO é uma dessas raras obras que tocam o ouvinte pela singeleza de suas mensagens. É para ouvir, se deleitar e para provocar emoções. É uma obra imprescindível na coleção de todo brasileiro que se orgulha em ser essencialmente nordestino.”(extraído do site do artista)


terça-feira, 12 de junho de 2012

Zefirina Bomba - Nós só Precisamos de 20 Minutos pra Rachar sua Cabeça (2009)






01. Memória
02. Cont.
03. Não
04. Outra
05. Sopa
06. Cultura
07. Nada
08. Molde
09. Melhor
10. Reggaezinho
11. Ltda
12. Pode Ser
13. Ô Ô
14. Interrogação
15. Docinha
16. KimDealSong
17. N2
18. Meteoro (Irmão Rocha!)
19. It
20. Verborragia


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A primeira coisa a chamar a atenção no trio Zefirina Bomba é que eles não usam guitarra. Além da bateria e do baixo, a música é completada por uma... viola. O que, a princípio, nos deixa com um pé atrás: lá vem mais uma daquelas bandas que "misturam" rock com um regionalismo "cabeça" e faz uma música que pode ser tudo, menos rock e regional.


Mas essa viola do Zefirina Bomba aparece distorcida, eletrificada, desconstruída e faz desse grupo paraibano algo tão universal quanto suas principais referências: Nirvana, Sonic Youth, stoner rock... Nas letras, não tentam formular tratados poéticos. Um dos discos do ano. (THIAGO NEY) 


Facebook Oficial:
https://www.facebook.com/zefirinabomba




Zefirina Bomba - Noisecoregroovecocoenvenenado (2006)

01. Alguma Coisa por Aí
02. O que Eu Não Fiz
03. Sobre a Cabeça
04. A Outra Trilha de Sumé
05. O que Ela Tem
06. Yeah Yeah
07. Teus Olhos
08. A-M-N
09. Dia Inteiro
10. Vá se Foder
11. O que é que Tem pra Tu Vê na TV
12. TPM
13. Oportunidade
14. HC
15. Enquanto Otacílio Batista Explicava



Facebook Oficial:

É uma banda da Paraíba que usa um violão todo fudido e faz um barulho desgraçado!

Biografia


A ZEFIRINA BOMBA começou em 2003 com a idéia de experimentação sonora. Utilizando instrumentos não-convencionais como berimbau e viola. Este interesse surgiu a partir da observação dos violeiros no centro da cidade “a gente imaginava aquela barulho estridente ligada no volume maximo” a sonoridade mais áspera e aguda da viola ia de encontro aos padrões de banda de rock e ao mesmo tempo nos remetia as raizes locais como Otacílio Batista, Zé Ramalho e Jackson do Pandeiro.

 
A intenção de romper com a estética formal, vinham de outras referências como Vladimir Carvalho, Tom Zé, João Cabral de Melo Neto, Lula Côrtes, Jaguaribe Carne. O fato é que moravamos num marasmo chamado João Pessoa e tudo que queriamos era acabar com aquela aparente tranquilidade. Sem dinheiro pra comprar uma guitarra a saída foi montar tudo numa viola de 10 cordas que eu tinha em casa.


“o primeiro registro sonoro de fato!!” foi gravado no dia 06 fevereiro de 2003 com um gravador ADAT de 8 canais em pouco mais de duas hora [mais ou menos o tempo das músicas + mixagem]. Este material chamou atenção de cara, fazendo a banda ser convidada para vários festivais, entre eles o MADA [Natal – RN] e dispertou interesse de produtores como Carlos Eduardo Miranda. 

Os shows com a viola eram bem dificeis, por quê ela saturava muito rápido, então eles duravam uns 15 minutos, isso dava mais ou menos 11 músicas “era o caos!”. Mas a idéia niilista precisou ser restruturada quando viemos pra São Paulo em 2005, precisamos de um pouco mais de controle sobre os instrumentos. 


Logo que chegamos em São Paulo, andando ali pelo centro [anhangabaú, praça dos correios] vimos algumas coisas usadas, e tinha uma carcaça de DEL VECCHIO [violão tradicional feito aqui mesmo em São Paulo] “quanto é? Faço por 100 reais/ dá não, tá todo detonado [na verdade eu falei fudido] sem corda, ponte, tarracha [só era a carcaça mesmo, mais eu fiquei pirado!!] quanto você tem? Perguntou o cara/ tenho 40 conto. Vai... ...eu vendo” pense num paraiba feliz voltando com isso pelo meio da rua!! até hoje uso ele. E assim a equação ficou: DelVecchio + cordas Canário + captador Coreano = Zefirina Bomba. Mantive a mesma afinação da viola, e com show de 30 minutos as portas foram se abrindo, MTV Banda Antes, festivais maiores como o REC BEAT em Recife e um contrato com a TRAMA [lançamos pelo selo Trama Virtual] para um primeiro disco. 

Depois disso, mais de 350 apresentações em quase todos os estados da federação, quase tudo feito de carro [um Uno que rodou 96 mil quilometros levando 4 pessoas mais dois violões, um baixo, ferragens de bateria, pratos, caixa, um amplificador pro violão “crate GX212” se existisse excesso de bagagem rodoviário a gente tava perdido] apenas Belém - PA, Palmas – TO, Porto Velho – RO e Rio Branco – AC foram feitas de avião. 

Recentemente fomos convidados para tocar no SXSW em Austin TX e em SETEMBRO/OUTUBRO fizemos nossa primeira tour Europeia [passando por PORT/SPAIN/FRA/ALEMANHA/HOLAND/REP. CHECA/AUSTRIA/BELGICA/SUIÇA...]